sexta-feira, setembro 22, 2006

Sejam bem vindos de volta meus amigos !

Muito tempo sem escrever aqui. Muita coisa aconteceu deste Maio deste ano... Vamos lá este post vai ser um mix.

Mudanças, mudanças e mais mudanças... a única coisa fixa neste mundo.

De Maio até agora assisti a Holus na abetura pra o Shaaman no Opinião, grande show, grande apresentação da Holus e acreditem: eles estão mesmo construindo aquele navio, mesmo que a busca pelo objetivo nunca termine, como retratado da letra de 'Life, from Where ?' da própria Holus. :)

Minha banda (Nebulozza) teve mudanças na formação, saiu nosso vocalista (Richard) e o guita base (Thiago) (saidas não relacionadas diga-se de passagem :)). E agora a Nebulozza está com Greice nos 'lead vocals' e dois guitarristas solo/base (Duda e Geferson Zakk Wylde (aquele do Ozzy)). :o
A cozinha segue igual.

A Holus também passa/passou por mudanças. Saiu o baixista (Hans) e, até onde sei, o vocalista André vai assumir o baixo (mais um motivo pra curtir a Holus !) e o guitarrista Renan também se despediu.

É... a mudança é permanente mesmo.


Alguns minutos atrás acabei de terminar o livro Ghost Rider: Travels on the Healing Road, onde o baterista do Rush (Neil Peart) conta como se recuperou de suas tragédias pessoais já contatas neste blog. (terminei de ler ele ontem a noite, não no horário que estou postando aqui)



É possível dizer que o livro é chato em alguns momentos, mas sou obrigado a dizer que senti arrepios de emoção ao terminar de lê-lo. Uma verdadeira história de superação, uma história de profunda beleza que só a vida real poderia construir (como muitas belas histórias mundo afora que não vão parar em livros mas também são muito belas).

Durante o livro são citados fatos, como a leitura das cartas de Tarô, que deixam o CD Vapor Trails do Rush ainda mais fantástico e os céticos, como eu venho me tornado, um pouco mais crentes.

Vale destacar o que uma mulher pode fazer na vida de um homem, para o bem, neste caso. Segundo as palavras do próprio Neil Peart ele não teria gravado este CD com o Rush, ou seja voltado a trabalhar, nem escrio o referido livro se não fosse o amor dela.

(Muito embora de Maio até agora também vi exemplos de como uma mulher fazer de ruim na vida de um homem (e vice-versa claro). Diga-se de passagem, como argumentava Nietzsche, podemos demonstrar nosso poder de duas maneiras:

1-Pelo bem: fazemos bem as pessoas e estas assim gostam de estar ao nosso lado, assim mostramos que temos o poder de fazer com que se sintam bem.
2-Pelo mal: podemos fazer uma pessoa sofrer e demonstrarmos assim que temos poder para lhe causar este mal.

O que todo mundo quer é demostrar seu poder, não tem dizer que não ! hehehhe)

Feito este parêntese devo dizer que o livro Ghost Rider é emocionante de modo geral e mostra que o melhor que temos a fazer quanto estamos tristes ou acabados é nos movermos ! Se não de moto pelo Canada, Estados Unidos e México, como Neil Peart, que seja até a esquina, até a casa de um amigo (de verdade), qualquer lugar menos ficar parado (já dizia aquela música 'esperar não é saber...'). Mova-se: algo irá aparecer (Something will come up, como é dito no livro em vários momentos).

Para comemorar a leitura do Ghost Rider coloquei o Vapor Trails pra tocar. Para encerrar este post deixo aqui a última frase do livro: "Dedicated to the future, with honor to the past". Ótima maneira para se levar um vida... :)


Escutando Rush - Nocturne (Did I have the dream or did the dream have me ?)

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